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    Geografia do Crime - Trabalhos publicados no Brasil         Brasile.jpg

Editado por Wagner Batella, Geógrafo

 

Wagner Barbosa Batella
 
Bolsista de Mestrado do CNPq. Possui graduação em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2004). Atualmente está cursando o mestrado em Geografia - Tratamento da Informação Espacial pela mesma instituição, onde é bolsista do CNPq, e é consultor científico da Revista de Biologia e Ciências da Terra da Universidade Estadual da Paraíba. Tem experiência na área de Geografia com ênfase em Análise Espacial, atuando principalmente nos seguintes temas: violência urbana, análise regional, GIS e estatística espacial.
 
 

 


 

Alexandre Magno Alves Diniz
 
Possui graduação em Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1990), mestrado em Geografia - Kansas State University (1994) e doutorado em Geografia - Arizona State University (2002). Atualmente é professor adjunto III do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Tem experiência na área de Geografia Humana, atuando principalmente nos seguintes temas: geografia urbana, geografia regional, geografia do crime e da violência, geografia da população e geografia do turismo.
 

 
 

A GEOGRAFIA DO NÃO: UMA DISCUSSÃO DOS ESULTADOS DO REFERENDO SOBRE O DESARMAMENTO EM MINAS GERAIS 
 
Alexandre M. A. Diniz
Wagner Barbosa Batella
 
No dia 23 de outubro de 2005, o povo brasileiro foi chamado a se manifestar sobre um tema polêmico, que ganhou manchetes de jornais, mobilizou a opinião pública, além de ter sido acompanhado, com muito interesse, pela comunidade internacional: a proibição da comercialização de armas de fogo e munição em todo o território nacional. Trata-se do referendo do desarmamento, iniciativa inusitada na política brasileira, motivada pela aprovação prévia do artigo 35 do Estatuto do Desarmamento, que diz: “É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no artigo 6º desta lei” (BRASIL, 2003).
 
Download: A GEOGRAFIA DO NÃO
 

 
MIGRAÇÃO, DESORGANIZAÇÃO SOCIAL E VIOLÊNCIA URBANA EM MINAS GERAIS. Migration, social disorganization and urban violence in Minas Gerais.
 
Alexandre M. A. DINIZ
 
Among the various theoretical interpretations of urban crime incidence the social disorganization approach deserves attention. This perspective associates crime to weakening social control mechanisms, suggesting that intense migratory flows and the agglomeration of large populations in urban areas potentially favor crime incidence. This study explores the relationship between violent crime rates and immigration, urbanization and total population rates among the municipalities of Minas Gerais State in the 1990s, in order to test the ideas postulated by the social disorganization perspective in Minas Gerais State.
 
Download: MIGRAÇÃO E VIOLÊNCIA
 

 
Criminalidade Violenta nas Regiões de Planejamento de Minas Gerais: uma abordagem quantitativa
 
Alexandre M A Diniz
Wagner Barbosa Batella
 
O presente trabalho explora a aplicação de medidas clássicas de análise regional (quociente locacional, coeficiente de localização, coeficiente de especialização e de reestruturação) no estudo da criminalidade violenta nas Regiões de Planejamento de Minas Gerais, em 2003. Utiliza-se como fonte precípua de dados, as ocorrências policiais registradas pela PMMG. As odalidades de crime estudadas são: estupro, homicídio tentado e consumado e seqüestro e cárcere privado. Os resultados apontam as regiões do Estado com as maiores concentrações das modalidades de crime em tela, bem como identificam os crimes que se apresentam mais espacialmente concentrados. Tais resultados subsidiam o entendimento da violência urbana a partir de uma abordagem regional, além de auxiliar o planejamento da segurança pública em Minas Gerais.
 
Download: CRIMINALIDADE VIOLENTA
 

 
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DA CRIMINALIDADE VIOLENTA EM MINAS GERAIS: POSSIBILIDADES METODOLÓGICAS
 
Wagner Barbosa Batella
Alexandre Magno Alves Diniz
 
Nas últimas décadas houve um maior interesse por parte dos geógrafos nos estudos acerca da criminalidade violenta e de sua distribuição espacial. Como fruto dessas abordagens, surge nos EUA uma nova subdisciplina denominada “geografia do crime”. Essa nova subdisciplina no escopo da geografia tem buscado, “à luz de teorizações diversas, por meio de análises associativas e em conexão com outros campos científicos” (FELIX, 1996, p. 147), explicar as múltiplas desigualdades espaciais e todo o processo que as origina. Embora a geografia do crime não se resuma somente ao mapeamento de áreas-problema, deve-se aceder que o mapa se apresenta como um poderoso veículo de comunicação, capaz de subsidiar as pesquisas de cunho espaciais. Porém, diante da riqueza de possibilidades metodológicas, muitas vezes torna-se difícil a decisão sobre qual tipo de representação cartográfica adotar. O presente trabalho, com base em informações da PMMG sobre a incidência de crimes violentos contra o patrimônio em Minas Gerais no ano de 2003, tem por ambição apresentar e discutir três métodos de mapeamento, comumente utilizados nos estudos que visam a representação de informações quantitativas: o método coroplético, o método isoplético e, a partir deste último, a representação em 3D. Tal discussão busca contribuir com os estudos espaciais aplicados à temática da criminalidade, principalmente no que se refere à sua representação cartográfica.
 
Download: REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS
 

 
ABORDAGENS ESPACIAIS NO ESTUDO DA CRIMINALIDADE VIOLENTA
 
Wagner Barbosa Batella
Alexandre Magno Alves Diniz
 
O presente trabalho explora o fenômeno da violência urbana nas cidades médias mineiras e a sua evolução temporal (1995-2003), sua distribuição espacial e seus determinantes. São empregados como fonte de dados os registros de crimes violentos coletados e organizados pela Polícia Militar de Minas Gerais para o conjunto de cidades médias mineiras. A evolução temporal da criminalidade violenta em Minas Gerais apresenta-se de forma uniforme. As taxas de criminalidade violenta aumentaram substancialmente desde 1995, sobretudo aquelas referentes aos crimes contra o patrimônio. Percebe-se, por tanto, uma série de padrões temporais e espaciais em relação à manifestação da criminalidade violenta em Minas Gerais, que, como foi constatado vem crescendo substancialmente no Estado. Os modelos de regressão linear empregaram o percentual da população alfabetizada, com idade entre 20 e 29 anos, pessoas em idade de trabalho ocupadas, o índice de Gini e o total da população como variáveis independentes. Os resultados apontam padrões distintos, com melhor ajuste encontrado para os crimes contra o patrimônio.
 
Download: CRIME E DETERMINANTES
 

 
O USO DE TÉCNICAS ELEMENTARES DE ESTATÍSTICA ESPACIAL NO ESTUDO DA REESTRUTURAÇÃO ESPACIAL DA CRIMINALIDADE VIOLENTA NO ESTADO DE MINAS GERAIS: 1996-2003
 
Wagner Barbosa Batella
Alexandre Magno Alves Diniz
 
O Estado de Minas Gerais tem vivenciado, nos últimos anos, significativo aumento da violência urbana, que, por sua vez, tem causado profundos impactos socioeconômicos. Dentre as ciências imiscuídas no estudo do fenômeno, a geografia se destaca por explorar o contexto espacial no qual a violência acontece. A violência urbana tem apresentado, além de taxas crescentes, uma importante reestruturação espacial no Estado, manifestando-se em áreas cada vez mais abrangentes. O presente trabalho emprega técnicas de estatística espacial, mais precisamente, medidas de tendência central e de dispersão em distribuições espaciais de pontos, no estudo da reestruturação espacial da criminalidade violenta no Estado de Minas Gerais entre 1996 e 2003. Para tal, trabalha-se com os registros de crimes violentos da PMMG para o conjunto de municípios mineiros.
 
Download: ESTATÍSTICA ESPACIAL
 

 
A GEOGRAFIA DO MEDO: Reflexões sobre o sentimento de insegurança em Belo Horizonte.
 
Alexandre Magno Alves Diniz
 
O presente estudo resgata alguns conceitos introduzidos por cientistas ligados à Geografia da Percepção e os aplica na análise do sentimento de insegurança em Belo Horizonte. Trabalha-se com duas dimensões distintas: insegurança em relação ao bairro/vizinhança e em relação à cidade. Os resultados demonstram que o sentimento de insegurança é, no mais das vezes, circunscrito a pontos específicos da cidade, com destaque para o Centro, as favelas e periferias. Os níveis de insegurança são geralmente maiores em relação à cidade como um todo, do que em relação aos bairros/vizinhanças onde as pessoas vivem. Porém, correlações espaciais revelam não existir relação alguma entre a incidência de crimes violentos e o sentimento coletivo de insegurança.
 
Download: GEOGRAFIA DO MEDO
 
 

  

REGIONALIZAÇÃO PARA FINS DE PLANEJAMENTO DA SEGURANÇA PÚBLICA EM MINAS GERAIS

 
Wagner Barbosa Batella
Alexandre Magno Alves Diniz
Júlio Giovanni da Paz Ribeiro
Ana Paula Teixeira
 
 
Em meio às mudanças estruturais promovidas pela Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais no planejamento da segurança pública no Estado, destaca-se a integração das polícias. Porém, esta integração passa, necessariamente, pela adequação das Regiões de Polícia Militar, adotadas pela Polícia Militar, e com as Delegacias Regionais de Segurança Pública, adotadas pela Polícia Civil. Diante da inexistência de um padrão de regionalização, comumente adotado pelas polícias no plano mesoregional e dos problemas associados às propostas oficiais de regionalização, o presente trabalho promove, a partir de uma perspectiva geográfica e de critérios científicos, uma nova proposta de regionalização caracterizada por um número razoável de regiões, além da proporcionalidade areal e populacional. A partir de agregações de Delegacias Regionais de Segurança Pública, foram criadas 17 meso-regiões (Divinópolis, Uberaba, Uberlândia, Poços de Caldas, Passos, Varginha, Juiz de Fora, Barbacena, Manhuaçu, Ipatinga, Governador Valadares, Nanuque, Montes Claros, Patos de Minas e Curvelo). A proposta de regionalização é testada a partir de uma análise regional descritiva das taxas de incidência criminal contra o patrimônio, pessoa e costumes. Os resultados revelam um grande poder discriminador espacial das regiões criadas, identificando padrões de distribuição espacial específicos para os crimes contra o patrimônio, pessoa e costumes.
 
Download: REGIONALIZAÇÃO PLANEJAMENTO
 

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SICUREZZA URBANA - RIVISTA GIURIDICA DI POLIZIA

fondata nel 1984

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Ed. Maggioli

Nel n. 3 (maggio/giugno 2007) è stato pubblicato - in lingua italiana - l'interessante articolo scientifico di Alexandre M. A. Diniz - Wagner Barbosa Batella: "L'uso delle tecniche elementari di statistica spaziale nello studio della riorganizzazione spaziale della criminalità violenta nello Stato del Minas Gerais, Brasile: 1996-2003"

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